Além da perda, o sino.
Além da perda, a gaivota.
Além da perda, o restar dos fragmentos.
Há sempre o fundir na espera.
Frasco eterno. Basta pô-lo de ponta-cabeça.
Não há sequer validade. Confia.
Assim, massa de bolo no fundo da panela.
Raspa. Raspa.
Não acaba.
É sempre tempo de bolo e massa transgressora.
Lembrei John Donne, E. Hemingway e até de Raul seixas. O princípio , o fim, o meio.
ResponderExcluirCreio, é este o poder da poesia, uma simples palavra consegue reescrever o mundo.
Feliz,
Vó.
E.T.: Mandei email.
Que linda! Eu fico muito feliz! Tenha certeza!!!
ResponderExcluirTe Amo!
Neta