A vida é breve, os tons azulados. Os olhos, verdes.
Sangue que percorre por entre as artérias não me deixa parar
no ponto perdido.
Há tanto e mais.
Trombeta das horas amigas lança o seu sinal.
O som é doce, forte, e destemido.
Vozes de anjos tenros.
Suaves são as mãos que se estendem, ainda que repleta de
calos.
Místicas, fadas madrinhas encontram a direção.
Seus sapatos são brilhantes, de verniz.
Os sorrisos, prateados.
“Há um cais do porto” elas cantarolam.
Brisa aveludada.
Paletas diversas.
Paletas diversas.