Duma poesia escorrida...
Fluidez do rio...
Beira de mar que não se delineia.
Horizonte de águas que se movimentam no ir e vir de uma natureza que faz amor.
Beira de mar que não se delineia.
Horizonte de águas que se movimentam no ir e vir de uma natureza que faz amor.
Pés dessa bailarina que rodopia e que tão leve repousa ao
chão.
Num passo exato, delicado e seu.Ah! Pois se na infância que até hoje perdura... ter cada zebra listras só suas era só fascinação...
Hoje, cada passo, cada nota, cada esfera...
Tal qual exclusividade. Verso novo. Emoção.