Um dia, vi um pássaro e nos seus olhos, um reflexo.
O reflexo sorria.
O reflexo sorria.
Um dia, uma planta é que sorri, e na sua alma, um reflexo havia.
Um dia, deparei-me com uma canção, que de tão concreta, era só poesia.
Um dia, subi o mais profundo de mim, e ali, até ali, o reflexo cabia.
Um dia, perguntei-me "Ora, onde foi parar o amor?"
Imagine! O reflexo sabia.
Rapidamente, toda a evaporação das plantas a me percorrer os pulmões.
Reflexo-magia.
Incondicionalmente, avó.
Destemidamente, avó.
Encarecidamente, avó.
Destemidamente, avó.
Encarecidamente, avó.
Obrigada.
Músicas ainda mais lindas quando diante de poesias:
Músicas ainda mais lindas quando diante de poesias:
Atenta-nos num tão tudo em cada este tanto tendermos ao nada.
ResponderExcluirGK
Gratidão.
ResponderExcluirAtenta-me viver, e do seu caldo, ver poesia nova, por vezes, quase sem oxigênio, com o pouco que nos resta, ou acreditávamos nos restar. Resta sempre mais.
O nada é um tanto concreto para nossas tantas abstrações.
Acredito que tendemos a lugar repleto de sinfonias e flores.
Seja bem-vindo ao blog, Gugu Keller. Gratidão.
Apenas o sensível olhar do amor poderia encontrar tanta beleza nas coisas que cotidianamente habitam o meu simples universo. O alimentar pássaros livres, o regar plantas sexagenárias, o amar a literatura, a música, a arte e a toda a juventude por meio das minhas três lindas netas.
ResponderExcluirEmocionada,
Vó.
Temos isso em comum, o sensível olhar do amor. Não é fácil, mas sentir transborda. Te amo!
ExcluirNeta.