A vida é breve, os tons azulados. Os olhos, verdes.
Sangue que percorre por entre as artérias não me deixa parar
no ponto perdido.
Há tanto e mais.
Trombeta das horas amigas lança o seu sinal.
O som é doce, forte, e destemido.
Vozes de anjos tenros.
Suaves são as mãos que se estendem, ainda que repleta de
calos.
Místicas, fadas madrinhas encontram a direção.
Seus sapatos são brilhantes, de verniz.
Os sorrisos, prateados.
“Há um cais do porto” elas cantarolam.
Brisa aveludada.
Paletas diversas.
Paletas diversas.
Muito bom ler seus textos, eles são capazes de arrancar de mim os melhores sentimentos, de tirar muitos pesos e esclarecer muitas dúvidas. Continue escrevendo! É muito boa escritora, fico triste por não ver novas publicações.
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