Mal entendido não tem nome, mas filhos.
Pai de tantas exasperações e palavras Mal"ditas"
num silêncio sem cor.
Breu.
Alcova das madrugadas.
Mal entendido, o que o ego ousa chamar de verdade.
O coração, de desilusão.
A razão, sem qualquer criatividade, daquilo que não se entende.
Entre tantos nomes e tanta cor oprimida, ousa-se dizer que não tem nome.
Ousa-se dizer que não tem cor.
O breu é uma cor.
E como dói.
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