Quantas não caem sem que nos demos conta?
Quantas não pairam diante de nós, no passo acostumado, no ritmo apressado, na tão sonhada fotografia?
Quantas não podem e poderiam ser a nascente dos nossos dias?
As vivas, lindas, respiram no alto dos galhos. As mortas, diante dos nossos passos.
Há, ainda que na morte, a respiração, inspiração da mensagem final: regue.

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