Da paciência torrada, uma farofa para enriquecer o prato.
Do leite derramado, aos alérgicos, um bem danado.
Dos nervos à flor da pele, um buquê para enfeitar o quarto.
Do pé na jaca, um sapato um tanto engraçado.
Do gato por lebre, um bicho importante, mas pouco lembrado.
Do sapo engolido, uma canção de desenho animado.
Por que não aos bugalhos? A vespa também merece cuidado.
Como ficariam as lagartixas, as andorinhas, as rãs e os sapos?
Deixe a razão engessada um pouco de lado.
Nem só de lã se faz um casaco.

Texto leve e libertador! Muito bom!
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