
Um dos meus dias de inspiração, mil formas de viver que podem não ser inimigas, apesar das contradições.
O segredo de não haver fórmula.
Vamos viver! Vamos viver hoje como se fosse o primeiro dia! Sem mais jargões do último. Todos sabemos, que a angústia tomaria conta de nós nos instantes contados, se nos tivessem sido revelados.
Será nosso primeiro dia de luz, o primeiro dia no céu, que um dia fizemos das nuvens, desenhos ao léu.
Nada de aproveitar o que já conhecíamos, de outra maneira. Que tal abrirmos os olhos, para o que não conhecíamos de forma alguma?
Vamos viver! Vamos viver como se fosse o último dia! Sem mais insinuações do primeiro.
Alguns sabem, que seria melhor morrer da alegria transbordada daqueles segundos, que valem por uma vida inteira.
Será nosso último dia de escuridão, os instantes de uma estrela cadente, que um dia nos fez sentir com sorte, por acompanhá-la no céu, de coração latente.
Nada de enxergar somente o que não conhecíamos. Que tal conhecer o velho a partir do novo preceito? Quem sabe, sem preceito algum. Mera curiosidade, mera vontade de viver.
Doces e famintos olhos infantis.
Vamos reviver! Vamos nos apaixonar por nossas memórias! Vamos, através delas, reescrever nossas amarguradas histórias. Sem as dores do arrependimento perverso. Apaixonaremo-nos por nossas trajetórias, com as doces venturas, com as amargas lembranças transitórias.
Será nosso primeiro dia de luz, o primeiro dia no céu, que um dia fizemos das nuvens, desenhos ao léu.
Nada de aproveitar o que já conhecíamos, de outra maneira. Que tal abrirmos os olhos, para o que não conhecíamos de forma alguma?
Vamos viver! Vamos viver como se fosse o último dia! Sem mais insinuações do primeiro.
Alguns sabem, que seria melhor morrer da alegria transbordada daqueles segundos, que valem por uma vida inteira.
Será nosso último dia de escuridão, os instantes de uma estrela cadente, que um dia nos fez sentir com sorte, por acompanhá-la no céu, de coração latente.
Nada de enxergar somente o que não conhecíamos. Que tal conhecer o velho a partir do novo preceito? Quem sabe, sem preceito algum. Mera curiosidade, mera vontade de viver.
Doces e famintos olhos infantis.
Vamos reviver! Vamos nos apaixonar por nossas memórias! Vamos, através delas, reescrever nossas amarguradas histórias. Sem as dores do arrependimento perverso. Apaixonaremo-nos por nossas trajetórias, com as doces venturas, com as amargas lembranças transitórias.
Nat,de um tempo para cá esse tema de aproveitar a vida como se fossemos morrer amanha tem transformado-se num clichê né? ! Parabéns por escrever um texto que desafie essa questao, o analizando sob um perspectiva nova e inteligente !!Voce escreve como uma jornalista!! Belo texto ,adorei.
ResponderExcluirps: adorei o título