segunda-feira, 27 de abril de 2009

Assim.

Paz nua.

Uma pausa para as lágrimas.
Uma pausa para os sorrisos.
Uma pausa para o que distrai da concepção de existência própria.
Mais vasto que qualquer sentimento, pensamento, personalidade nata ou adquirida.
Não há lei da ciência que seja mais compreensível do que o momento da pausa, nem filosofia que seja mais incompreensível.
É entender tudo e se perguntar o que o tudo abraça.
É a interrogação do único momento de entendimento.
Sou eu.

Ser somente.
Não há caracterizações.
O que é sentir, aliás?
Acho que entendi.
A pausa é o que não tem nome.
É o que sinto.

Um comentário:

  1. Nathália,
    Lindo e sensível o teu texto sobre a pausa. O engraçado e mesmo paradoxal é que a pausa é fundamental para que haja a música e creio ser fundamental que a nossa vida tenha musicalidades (com suas pausas). É o que eu sinto.
    Parabéns pelo seu blog, seu seguidor...rs
    Carlos Eduardo

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