
Um dia escrevi...
Sutil
Estou sentindo a leve embriaguez de ler um conto ainda não lido.
Estou enxugando dos lábios a bebida de sabor desconhecido.
Transpus-me para um instante que desconhece a fronteira entre o sonhar e o acordar.
O que convence do limite?
O batente, pois.
Lerei um dia os versos que estão me perseguindo.
Encontrarei as estrofes que estão me colocando para dormir.
Sinto.
Como deve ser acordar com os pés molhados?
Onde pisei que não me contaram?
Foi sonho, pensei.
Alívio, não sei.
Estou sentindo a leve embriaguez de ler um conto ainda não lido.
Estou enxugando dos lábios a bebida de sabor desconhecido.
Transpus-me para um instante que desconhece a fronteira entre o sonhar e o acordar.
O que convence do limite?
O batente, pois.
Lerei um dia os versos que estão me perseguindo.
Encontrarei as estrofes que estão me colocando para dormir.
Sinto.
Como deve ser acordar com os pés molhados?
Onde pisei que não me contaram?
Foi sonho, pensei.
Alívio, não sei.
No outro li...
"O amor é uma flor preciosa, mas é preciso haver o desejo de arrancá-la da beira de um precipício."
(Stendhal)
Nathália
ResponderExcluirLindo..lindo...lindo...Tocou no fundo da alma... do coração....
Com todo amor do universo,
Beijo
mãe
Não estou achando outra palavra a não ser LINDO! que aliás combina muito com você, de corpo e alma. Que se entrega, mergulha fundo, a tudo e a todos... que faz da escrita sua terapia. A forma encontrada para colocar pra fora o que espontaneamente não sai na fala. E esse é só um dentre os vários que você possui.
ResponderExcluirPARABÉNS...
Nathalia,
ResponderExcluirVocê escreve coisas muito profundas, que alcançam o fundo da alma de quem lê.
Algum dia você poderá publicá-las...
Parabéns, sinto orgulho de você,
Com muito amor, seu pai Hélder