
Aos que por algum motivo perderam as esperanças, suponho que não tenham mergulhado com intensidade nos olhos de uma criança.
Eu também compreendo a melancolia nostálgica que pode vir a abrigar o peito dos que sofrem, quando esses estão diante da pureza.
Ali se pode ser livre. Ali se pode ser prisioneiro.
Muita da espontaneidade se foi com o tempo. Muita da doçura.
A criança representa a perda.
Mas não para aqueles que ainda a cultivam dentro de si.
Sei dos obstáculos para os que tentam de alguma forma, ver o mundo com doces olhos infantis.
Não é tarefa fácil.
Sei mais ainda que as armaduras não fortalecem nem protegem.
Elas pesam e fazem sangrar.
Aos que perderam as esperanças, a doçura, a espontaneidade...
Eu aconselho que acariciem uma criança até que ela pegue no sono.
Se possível, contem historinhas antes. Não as tradicionais.
É permitido inventar o que for. Deixe a sua imaginação voar de mãos dadas com a emoção infantil.
A vida permite a licença poética.
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Amigaaa, lindo, adorei! A criança ja simboliza esperança, ne?! É a única esperança para o mundo, elas são o futuro!
ResponderExcluirBeijooo lindaaaaaaa!
Nathália,
ResponderExcluirComo disse a Carol, sua amiga, lindo!
Tenho certeza que você se lembra das personagens criadas em tantas histórias imaginárias quando você ainda era criança. A Hermelinda, Seu Jão, Glorinha, Dona Maria.... Talvez você pudesse escrever sobre elas. beijos, Cláudia
simplismente maravilhos!!sem palavras!!sua sensibilidade eh fora do comum!!adorei!continue sempre presentiandonos com teus textos!!
ResponderExcluirbeijos Diego Pinto
obs:nao perdi a esperança nnao desisti!!haha
beijao