De mórbida palidez ausente: antes flores a funerais.
Nem substância sem maresia.
Por portos mais siderais!
Sem sorriso blasé, pose que se cria.
É sonho vivo de um vivenciar.
E nela, mistério, poesia. . .
Eis aí seu lugar!
E quando em si retrato em preto e branco, logo jato de tinta a jorrar: vermelho. Vivo.
Nos cantos…
Brotando do centro a inflamar…
Infância viva. Colorida. Risonha.
E pras tristezas profundas, um cais.
Das súbitas horas medonhas, singela força voraz.
Querida,
ResponderExcluirAmei...simplesmente amei! beijos. Cláudia
PS. Também adorei "Ventania" e a foto de Chapliana! Parabéns!
Adorei o poema, principalmente, como te disse, a última estrofe, fechando com o perfeito paradoxo "singela força voraz". Usarei isso no meu dia-a-dia de alguma forma haha :D
ResponderExcluirBeijão!!