O nada não existe.
Será?
Ou será que é o homem que resiste?
O nada é um tal fato inventado.
Será?
Ou será que é o homem calado?
O nada é uma explosão negando a epifania.
Será?
Ou será que o nada é aquilo que dormia?
Ou será que é o homem que resiste?
O nada é um tal fato inventado.
Será?
Ou será que é o homem calado?
O nada é uma explosão negando a epifania.
Será?
Ou será que o nada é aquilo que dormia?
E tantas vezes o homem acorda cansado.
Como se o nada tivesse sido em seu sonho,
Como se o nada tivesse sido em seu sonho,
Seu terreno velado...
Por breves instantes,
ele beira a tristeza profunda.
Donde não há respostas, nem sequer perguntas...
Donde não há respostas, nem sequer perguntas...
E o homem, cansado e calado, a isso nomeia.
Tal a angústia do que não se explica...
Tal a angústia do que não se explica...
Tais suas pressas nas veias...
Chama o nada de vazio.
E logo procura distrair-se.
Como se o nada pudesse ir...
E logo procura distrair-se.
Como se o nada pudesse ir...
...virar o que já existe.
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