O que seria a perfeição senão exatamente o oposto da condição humana em que desejos desrespeitam a razão e células morrem sem pedir consentimento?
O que seria a nossa superioridade se as nuvens estão pretas de falta de amor e as árvores passam a chorar por milagres?
O que seria a sanidade se os hospícios estão cheios de poetas e as ruas repletas de gente que correndo apressada tropeça no velho que dorme? Na criança que chora? Passa e não vê. Vê e não sente. Sente e esquece.
A razão solitária é um edifício construído em nuvens.
Vem a tempestade e destrói.
A inerente chuva das emoções.
O que seria a nossa superioridade se as nuvens estão pretas de falta de amor e as árvores passam a chorar por milagres?
O que seria a sanidade se os hospícios estão cheios de poetas e as ruas repletas de gente que correndo apressada tropeça no velho que dorme? Na criança que chora? Passa e não vê. Vê e não sente. Sente e esquece.
A razão solitária é um edifício construído em nuvens.
Vem a tempestade e destrói.
A inerente chuva das emoções.

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