Uma amiga irreverente, que não fazia outra coisa senão reclamar do tédio que consumia seu dia e dos montes de comida ingeridos, e o meu convite: amiga, venha passar uns dias na minha casa! Nós vamos nos divertir!
Sem hesitações comuns e longe das confirmações literais, eis que surge a mensagem que me deixou atônita!
Minha amiga louca e sã, paciente e dona do pavio mais curto que a história há de reconhecer e a ciência de catalogar, surge com a tão lograda peripécia!
Num contexto em que o que se buscava era a solução mágica, a tão sonhada solução!
“Pó de Chá!“
Como? Está tomando pó de chá?
Silêncio. Mistério.
Terei eu perguntado de um jeito muito assustado?
Seria eu conservadora demais para me assustar com essa novidade?
Estou desatualizada do que estaria fazendo a cabeça de alguns deslumbrados da minha geração?
Ou será que é chá inofensivo mesmo?
Mais silêncio.
Os minutos se sucediam e em mim, era só questionamento.
Chá verde? Chá branco?
Ah! Camomila não poderia ser...
Talvez seja algo bem exótico! Algo com um nome comerciável.
Ah! Só pode ser algo com um nome que impressione, com um nome “cool”...
Mas qual será?
Silêncio.
Silêncio. Mistério.
Terei eu perguntado de um jeito muito assustado?
Seria eu conservadora demais para me assustar com essa novidade?
Estou desatualizada do que estaria fazendo a cabeça de alguns deslumbrados da minha geração?
Ou será que é chá inofensivo mesmo?
Mais silêncio.
Os minutos se sucediam e em mim, era só questionamento.
Chá verde? Chá branco?
Ah! Camomila não poderia ser...
Talvez seja algo bem exótico! Algo com um nome comerciável.
Ah! Só pode ser algo com um nome que impressione, com um nome “cool”...
Mas qual será?
Silêncio.
Mais alguns minutos e a explicação sensata.
A explicação salvadora! E hilária!
“Amiga, pó de chá, é pode deixar.“
A explicação salvadora! E hilária!
“Amiga, pó de chá, é pode deixar.“
O sentido todo a mergulhar em mim...
Ou de mim.
Ou por mim!
Ah! Sim! Como não? Como não seria?
E logo eu que sou uma amante tão dedicada das palavras!
Ou de mim.
Ou por mim!
Ah! Sim! Como não? Como não seria?
E logo eu que sou uma amante tão dedicada das palavras!
Logo eu que as sirvo a hora que for.
Ao mais leve sinal de necessidade de folha, lá estou eu: de
pé.
Papel a mão, caneta a postos! Logo eu...
De um pode deixar, um sim.
De um sim, a abertura para a vida, para o convite, para os mergulhos milagrosos.
De um pode deixar, um chá de aventura, de risada, e de lembranças a tomar-me toda, por completo, por esses ilustres instantes que me arrancam o fôlego...!
Ri. Rimos. Riremos.
Papel a mão, caneta a postos! Logo eu...
De um pode deixar, um sim.
De um sim, a abertura para a vida, para o convite, para os mergulhos milagrosos.
De um pode deixar, um chá de aventura, de risada, e de lembranças a tomar-me toda, por completo, por esses ilustres instantes que me arrancam o fôlego...!
Ri. Rimos. Riremos.
Um brinde!

qual foi? duvidando que meu chá pode ser de camomila,poxa! hahahahah
ResponderExcluirqual foi? duvidando que pode ser camomila? tu me respeita!!!
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