Ah...
Numa criança toda a esperança do mundo.
Numa criança toda a esperança do mundo.
Nem nos contos que parecem tudo dizer.
Nem nos amores eternos.
Em ti, criança, toda a pureza do mundo.
Toda a energia do que é puro e residido.
Seu peito, a célula em expansão.
Que me fita. Que fita o mundo. Que implora transformação.
Todos a querer seu carinho. Um breve sinal de atenção.
Ah criança! Mas perdem tempo com coisas de adulto.
Não se entregam ao seu mundo tão são!
Não se entregam ao seu mundo tão são!
Em pensar que já me deixei entristecer por adulto...
Quantas crianças no mundo! Quantas sem a menor direção!
Adultos a jogar seus jogos eternos.
Criança, ainda pura, só sinceridade.
Criança, ainda pura, só sinceridade.
Adulto, tanto sofrimento que se cria, por mísera e torpe
vaidade.
Tão fútil e vulgar tal insanidade.
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