Qualquer um poderia dizê-lo.
Mas disse?
E no encontro oportuno, uns versos, roubam de mim.
Palavras, tão soltas, tão livres.
Sentimentos, originais?
Não me parece...
Mas e os desenhos, as gravuras, as fotografias?
E as canções, as esculturas, as poesias?
Dentro de mim, vêm-me como um turbilhão, esse vago e tão
certo direito.
Sentimentos, nossos. Do mundo inteiro.
Mas poesia, versos.
Esses, nascem da entranha.
Vejo o Cristo. Tiro uma foto. O Cristo é meu?
Tão certo que não...
Mas a foto...
Ah caro, amigo...
Não há discussão.
De repente, um dissabor. Uma revolta. Uma invasão.
AMEI! Uma grande invasão! bjs Cláudia
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