Um dia, ela ouviu de um homem: não estou escutando suas
filosofias porque estou com sono.
Ela respondeu dizendo que não havia problemas. Que as
pessoas vivem dormindo.
Ele, percebendo ou não a ironia, fez o que deveria ser feito: dormiu.
O homem frio.
Ele, percebendo ou não a ironia, fez o que deveria ser feito: dormiu.
O homem frio.
Será?
Seria?
Sono.
Há como lutar contra o sono?
Há como prestar atenção num assunto que o próprio corpo renega após um looongo dia cansativo?
Não é a moral dos bons modos falando.
Há como prestar atenção num assunto que o próprio corpo renega após um looongo dia cansativo?
Não é a moral dos bons modos falando.
É o próprio corpo.
Ele quer que o homem repouse as pálpebras. Quer a trégua.
Ele quer que o homem repouse as pálpebras. Quer a trégua.
Ah! Universo perdido o das palavras!!!...
Por que agora?...
E ela?
Ela estava mesmo falando com o homem?
Depois de pensar por uns instantes, percebeu que ela estava falando ao mesmo tempo que pensava.
Por força das circunstâncias. Pensava e falava. Pensava e falava.
Ela estava mesmo falando com o homem?
Depois de pensar por uns instantes, percebeu que ela estava falando ao mesmo tempo que pensava.
Por força das circunstâncias. Pensava e falava. Pensava e falava.
Estava somente pensando em voz alta. Esclarecendo-se.
Egoísmo
o dela se quisesse manter o homem acordado!
Feliz com sua conclusão confortante, ela dormiu também.
E todo aquele monstro feroz da possível autopiedade calou-se num só tempo!
Shhhhhhhhhhh! Silêncio! Sou uma mulher que pensa!
E estou com sono demais para monstros ferozes que me afastam de mim!
Pudera...






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