E foi como descobrir mais uma parte do outro, se é que é de
partes que o outro é feito.
Ela adentrara aquele local precioso. O templo do outro.
E era leve. Era calmo. Era belo.
Nesse local, de repente uma parede. Uma parede colorida.
E era leve. Era calmo. Era belo.
Nesse local, de repente uma parede. Uma parede colorida.
E que por não ter nada a ela pendurado, parecia grande.
Vasta. Ainda que limitada.
E ela disse a ele: poderia ter algo aqui nesta parede...
Ela disse ao mesmo tempo que se recordava de parede similar em seu próprio quarto.
E ela disse a ele: poderia ter algo aqui nesta parede...
Ela disse ao mesmo tempo que se recordava de parede similar em seu próprio quarto.
De parede também vasta. E também vazia.
E via em seu conselho algo de incoerente, visto que em sua parede preciosa, ainda não tivera posto coisa alguma também.
Foi também um comentário desses como: “Neste café poderia ter mais açúcar.”
E via em seu conselho algo de incoerente, visto que em sua parede preciosa, ainda não tivera posto coisa alguma também.
Foi também um comentário desses como: “Neste café poderia ter mais açúcar.”
Algo que soa banal. Que não merece necessariamente uma
resposta.
Que não nasce para ser lembrado.
Mas nela, a informação ficara guardada.
Ali dormia um silêncio.
E ela chegara em casa, deixara passar alguns dias e decidira, de maneira distinta, arrumar seu velho e aconchegante quarto.
Que não nasce para ser lembrado.
Mas nela, a informação ficara guardada.
Ali dormia um silêncio.
E ela chegara em casa, deixara passar alguns dias e decidira, de maneira distinta, arrumar seu velho e aconchegante quarto.
Nas estantes, apenas o que era harmonioso aos olhos.
Na cama, apenas as almofadas que verdadeiramente lhe agradavam.
E naquela parede...
Ah... naquela parede o nada. Que se fez tudo.
Pois aquela parede era o seu local de descanso.
De calmo descanso dos olhos.
E o nada dizia tanto, como o céu, que em si, só agrega o passageiro: o pássaro, as nuvens, os aviões...
E por mais eterno e fixo que o sol nos pareça...que a lua nos convença, que as estrelas nos confirmem...
Ah... naquela parede o nada. Que se fez tudo.
Pois aquela parede era o seu local de descanso.
De calmo descanso dos olhos.
E o nada dizia tanto, como o céu, que em si, só agrega o passageiro: o pássaro, as nuvens, os aviões...
E por mais eterno e fixo que o sol nos pareça...que a lua nos convença, que as estrelas nos confirmem...
Lá no céu... Não há coisa alguma que seja mais céu que o
próprio céu.
E ela pensou no silêncio. Em tudo aquilo que o silêncio nos diz.
E ela pensou no branco. Na suposta ausência de cor.
Pois, o branco...
E o silêncio...
...toda e qualquer poesia.
E ela pensou no silêncio. Em tudo aquilo que o silêncio nos diz.
E ela pensou no branco. Na suposta ausência de cor.
Pois, o branco...
E o silêncio...
...toda e qualquer poesia.
Ainda mais vasta. Ainda mais nua.
...inda mais minha.
E aquela parede...
...todo e qualquer retrato.
...inda mais minha.
E aquela parede...
...todo e qualquer retrato.
Toda e qualquer pintura.
Todo e qualquer fato.
Todo e qualquer fato.
Muito bonito, Nathália! Faz a gente pensar sobre as nossas paredes. O que pendurar? hahaha Gostei! :)
ResponderExcluirQuerida,
ResponderExcluirAdoro acompanhar os seus textos. Bálsamos.
Amei.
Beijo,
Mãe.
Adorei o seu texto! Lindo! Posso postar no meu facebook? Meu nome é Amanda Torres. Continue escrevendo, pois você tem muito talento.
ResponderExcluir