E de repente o desmanche em nuvens,
Doces espumas salgando sombras...
Impenetráveis manhãs transversas.
Doces espumas salgando sombras...
Impenetráveis manhãs transversas.
E de repente o suar dos olhos.
O côncavo olhar da escuta.
Doses já tão diversas...
E de repente, um mar que se faz alto.
Que se faz leve.
Tais palmas das mãos...
Num repentino girar de passos...
Levado a plumas...
Ventilação.
Pois, de repente, o ventar das horas...
Eternas sonoras.
E essa tal fotografia...
Das imagens minhas tuas que se soltam...
Das ideias tuas minhas que se criam.
O côncavo olhar da escuta.
Doses já tão diversas...
E de repente, um mar que se faz alto.
Que se faz leve.
Tais palmas das mãos...
Num repentino girar de passos...
Levado a plumas...
Ventilação.
Pois, de repente, o ventar das horas...
Eternas sonoras.
E essa tal fotografia...
Das imagens minhas tuas que se soltam...
Das ideias tuas minhas que se criam.
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