Ele diz: você é confusa.
Confusa demais, mulher!
Me deixa louco!
Grrrr!!
O que eu faço com isso?
Confusa demais, mulher!
Me deixa louco!
Grrrr!!
O que eu faço com isso?
Onde coloco essas perturbações???
Olha o que você fez comigo!!
E a objetividade está no que ainda insiste...
Sem ter que fazer esforços.
Sem ter que pedir palavras.
Sem ter que se explicar.
E os dois correm. Pedem. Imploram.
Ajoelham-se. Perguntam aos céus.
Sentam-se. Perguntam aos amigos.
Aos terapeutas. Aos livros!
Às cartas de adivinhações.
O que temos? O que teremos?
Aguentaremos?
Quando a resposta tão simples consiste.
Olha o que você fez comigo!!
E a objetividade está no que ainda insiste...
Sem ter que fazer esforços.
Sem ter que pedir palavras.
Sem ter que se explicar.
E os dois correm. Pedem. Imploram.
Ajoelham-se. Perguntam aos céus.
Sentam-se. Perguntam aos amigos.
Aos terapeutas. Aos livros!
Às cartas de adivinhações.
O que temos? O que teremos?
Aguentaremos?
Quando a resposta tão simples consiste.
Nesse mar que passa.
Que engole.
Que nada...
No que já existe.
Que engole.
Que nada...
No que já existe.
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