Santo é um “negócio” complicado de entender.
Há quem não creia. Os que acendem uma velinha tempos sim, tempos não.
E os firmes e fortes da procissão!
É São Jorge. São Pedro. São João! Cada qual, um santo. Uma devoção.
Medalhinhas, camisetas. Santo que vive na moda, acreditando ou não.
Há o meu. O seu. O nosso. O deles.
E protegem. Defendem. Marcam presença.
Mas Santo gosta mesmo é de topar com os seus!
Tomar aquela geladinha. Colocar o papo em dia.
Afinal, ser Santo tem lá seus dias cansativos.
E de vez em quando, nessa de andar por aí, ele cruza com outro Santo e “tchan”! A batida!
Os sujeitos se olham e logo, logo, que se espia: Oh! Que coisa! O meu Santo bateu com o seu!
Festa daqui. Festa acolá.
Santos que brindam! Baita Orixá!
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