Nada é tão forte que não tenha a sorte o poder de reverter.
Nada é tão fluido que não possa sofrer o descuido de um dia vir a se endurecer.
Nada é tão raso.
Nada é tão rouco que não tenha o louco o arbítrio de esclarecer.
Nada é tão turvo que seja tão curvo a ponto de se esconder.
Nada é tão fático, pois mesmo o nada é tão vasto, podendo o tudo ser.

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