Transcendente.
Não é amor, é necessidade. Casualmente a necessidade ama. Escrever me parece uma urgência, e o amor não é urgente. Pelo menos, não o deveria ser.
São aquelas pedrinhas que mexo na beira de um precipício, das mais coloridas até mesmo as monocromáticas. Ou melhor, até as mais monocromáticas, pois há sempre aquela que o senso comum diz só ter uma cor e que de vez em quando me revela uma nova tonalidade.
Corro desesperadamente até a beira do precipício. Brinco e guardo comigo as pedrinhas mais preciosas. Guardo ou descubro, ainda não sei. Despenco buraco acima, proeza que preenche.
Os raios de sol perfuram o meu ser e outras cores são doadas às minhas pedrinhas. Não estavam guardadas no bolso. Eu estava nua.
Cores e cores do universo dentro de mim. É quando descubro que não trago nada daqui, nada de lá. Trago somente as cores de tudo daqui, de quase tudo de lá. Um somente de exclusividade.
A descoberta carrega a intensidade eterna daquilo que escrevo. Basta parar de escrever para que tudo se torne mais incompreensível. Talvez não mais difícil de compreender e sim mais difícil de compreender o que faz sentido, sem ir de encontro às palavras. A simples e complexa sensação de sentir o que me transcende.
A nudez liberta. Entro no mundo dos raios solares capazes de mudar as cores do que carrego. Não é física. É espiritual.
Necessito da escrita para viver, se pouco ou muito agrada, não me importa. Quando leio algo que escrevi, nesses momentos de precipício, não sei se é bom ou ruim.
Não é amor, é necessidade. Casualmente a necessidade ama. Escrever me parece uma urgência, e o amor não é urgente. Pelo menos, não o deveria ser.
São aquelas pedrinhas que mexo na beira de um precipício, das mais coloridas até mesmo as monocromáticas. Ou melhor, até as mais monocromáticas, pois há sempre aquela que o senso comum diz só ter uma cor e que de vez em quando me revela uma nova tonalidade.
Corro desesperadamente até a beira do precipício. Brinco e guardo comigo as pedrinhas mais preciosas. Guardo ou descubro, ainda não sei. Despenco buraco acima, proeza que preenche.
Os raios de sol perfuram o meu ser e outras cores são doadas às minhas pedrinhas. Não estavam guardadas no bolso. Eu estava nua.
Cores e cores do universo dentro de mim. É quando descubro que não trago nada daqui, nada de lá. Trago somente as cores de tudo daqui, de quase tudo de lá. Um somente de exclusividade.
A descoberta carrega a intensidade eterna daquilo que escrevo. Basta parar de escrever para que tudo se torne mais incompreensível. Talvez não mais difícil de compreender e sim mais difícil de compreender o que faz sentido, sem ir de encontro às palavras. A simples e complexa sensação de sentir o que me transcende.
A nudez liberta. Entro no mundo dos raios solares capazes de mudar as cores do que carrego. Não é física. É espiritual.
Necessito da escrita para viver, se pouco ou muito agrada, não me importa. Quando leio algo que escrevi, nesses momentos de precipício, não sei se é bom ou ruim.
Leio e penso: sou eu.
LINDO..LINDO..LINDO..LINDO..LINDO..LINDO...
ResponderExcluirÉ impressionante as belezas do teu ser que transforma em lindas palavras.
Te amo,
mãe
Cláudia
Nathália,
ResponderExcluirvc. tem o dom da palavra. Sua escrita tão feminina e madura nem combina com a sua idade. Puxou a sua mãe duplamente.
Parabéns, estou muito impressionado.
Um abraço das Minas Gerais,
pepe
Nathália,
ResponderExcluirrecebi este endereço por envio da coruja...
Guardei-o, no primeiro momento, sem tempo para ver com calma e por perceber que temos angústias em comum.
Portanto, foram dois os motivos que me fizeram não opinar à vontade: parcialidade e identidade.
Confesso ainda que já escrevi muito, mas deixei o mundo me podar e parei. Hoje somente escrevo por forte paixão.
Entretanto, devo admitir que ao ler os teus textos (o que faço com uma incômoda frequencia), eles mexem comigo.
E, creio, esta é uma das funções da escrita: mexer. Poderia seguir falando diversas outras "opiniões", mas me limito a pensar que você está no caminho certo: MEXA!!!
Fidelis