Eu sei que é difícil pedir certas coisas. Sei que é difícil ouvir certas coisas. Sei que é difícil falar certas coisas. Sei que é difícil pensar diferente. Agir diferente. Não se comparar com o que padronizam, inclusive.
Não é fácil nascer e já ser exposto a regras.
E ser amado, recompensado, beijado, cuidado, vem das coisas bonitinhas que fazemos.
E quando a gente erra? E quando a gente grita? E quando a gente é bem egoísta? Bem irritado? Bem triste?
Isso está errado. Ame o seu próximo como a si mesmo.
Ei!!!! Mas coomo?
Alguém tem a receita do bolo?
Porque quando você está quase lá, alguém te diz: eeei! Cadê seu orgulho? Isso é falta de amor próprio.
Mas amor próprio não seria deixar de se importar com o ego dos outros?
Se a pessoa rir ou não de você, não será simplesmente alguém rindo ou não de você?! Aí não estaria o verdadeiro amor próprio?
Em fazer aquilo que o coração pede?
Enfim... sociedade doida.
E a gente pensa que a gente que está doido...
Embora Nelson tenha nos garantido que a unanimidade é burra, ora...
A gente continua acreditando nela... Ah sim... porque se a gente discorda, mas se importa, logo a gente acredita, nem que seja um pouco.
E mesmo que seja pouco, se o pouco já é suficiente para um pouco nos desestabilizar, entããão, torna-se muito. Sim, com redundância!
Pois é: e os que repudiam qualquer valor social com muito afinco, muitas vezes, não repudiam verdadeiramente, mas desejam
acreditar que o fazem, justamente por não fazerem parte do grupo privilegiado, ou corajoso.
Um dia li que um exercício muito bom de meditação é feito da seguinte maneira: deixe o pensamento do outro vir até você como uma imagem. Observe. Escute. Não crie juízos de valor.
Só veja o pensamento.
Por que não fazer isso com os próprios?! São mesmo próprios?!
Fica a dica.
Não é fácil nascer e já ser exposto a regras.
E ser amado, recompensado, beijado, cuidado, vem das coisas bonitinhas que fazemos.
E quando a gente erra? E quando a gente grita? E quando a gente é bem egoísta? Bem irritado? Bem triste?
Isso está errado. Ame o seu próximo como a si mesmo.
Ei!!!! Mas coomo?
Alguém tem a receita do bolo?
Porque quando você está quase lá, alguém te diz: eeei! Cadê seu orgulho? Isso é falta de amor próprio.
Mas amor próprio não seria deixar de se importar com o ego dos outros?
Se a pessoa rir ou não de você, não será simplesmente alguém rindo ou não de você?! Aí não estaria o verdadeiro amor próprio?
Em fazer aquilo que o coração pede?
Enfim... sociedade doida.
E a gente pensa que a gente que está doido...
Embora Nelson tenha nos garantido que a unanimidade é burra, ora...
A gente continua acreditando nela... Ah sim... porque se a gente discorda, mas se importa, logo a gente acredita, nem que seja um pouco.
E mesmo que seja pouco, se o pouco já é suficiente para um pouco nos desestabilizar, entããão, torna-se muito. Sim, com redundância!
Pois é: e os que repudiam qualquer valor social com muito afinco, muitas vezes, não repudiam verdadeiramente, mas desejam
acreditar que o fazem, justamente por não fazerem parte do grupo privilegiado, ou corajoso.
Um dia li que um exercício muito bom de meditação é feito da seguinte maneira: deixe o pensamento do outro vir até você como uma imagem. Observe. Escute. Não crie juízos de valor.
Só veja o pensamento.
Por que não fazer isso com os próprios?! São mesmo próprios?!
Fica a dica.
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